As usual, eu tardo mas não falho! Este é a minha primeira postagem aqui no blog e se eu demorei, não foi por falta de assunto, pois isso até sobra. Foi falta de vergonha na cara mesmo...Bem, mas já que estou aqui, "vamu qui vamu!", como diria o amigo, capitão d'Os The Bitus e pai do Gabriel, Marcelão. Afinal, preciso despejar um pouco do que estou vivendo, pois apesar dos holofotes do espetáculo não estarem voltados pra mim, meu nome tá lá nos créditos, em "participação especial", ou como já vi algumas vezes, "participação afetiva" (assim é bem melhor!).
Sorte minha que eu já tinha na minha ridícula biblioteca a leitura perfeita pra enfrentar esse meu período de ostracismo no casamento: "O livro do papai - Como sobreviver ao seu bebê", do Helio de la Peña - a.k.a. negão do Casseta & Planeta. É um presente antigo - senão me engano, do Emerson, outro amigo de longa data e colega de vocais n'OTB -, mas que se tornou perfeito pro momento.
Há trechos esclarecedores, verdadeiros faróis de neblina contra a serração da estrada da minha ignorância a nível de paternidade, enquanto macho reprodutor que me tornei de uma hora pra outra. As primeiras palavras do livro já são um bom exemplo disso:
"Não é nada fácil ser pai. O sujeito se aventura nesse caminho sem volta ignorando o que vai encontrar. A experiência acumulada como filho reclamão e marido bundão de nada serve. E ele precisa aprender tudo rapidamente para ajudar a cuidar daquela criança ou para, no mínimo, não atrapalhar."
Fora as brincadeiras (muito sérias e reais, aliás), a verdade é que eu estou maravilhado com a nossa gravidez e, claro, muito feliz, além de ansioso pra saber o sexo da criança, como ela está de saúde, essas coisas todas. Ah, e obviamente estou rezando pra patroa só desejar comer coisas esquisitas que estejam na nossa geladeira... Enfim, boa viagem pra todos nós!
